7 sinais de corrosão em reservatório metálico

Publicado em · Grupo Almeida
7 sinais de corrosão em reservatório metálico

Corrosão em reservatório metálico raramente começa com um furo. Ela começa pequena, na pintura, numa solda ou num parafuso, e avança enquanto ninguém olha. Reconhecer os primeiros sinais é o que separa um reparo localizado de uma reforma grande — ou da troca do reservatório.

Os 7 sinais

1. Bolhas e descascamento na pintura

A pintura estufa quando há umidade e oxidação por baixo dela. A chapa já está sendo atacada, mesmo que ainda não apareça ferrugem.

2. Ferrugem superficial

Manchas alaranjadas na superfície. Nessa fase a perda de material ainda costuma ser pequena, e o tratamento é mais simples.

3. Escorrimento avermelhado

Marcas de ferrugem escorrendo abaixo de soldas, costuras, parafusos e flanges mostram onde a corrosão está ativa — mesmo quando o ponto de origem não está à vista.

4. Pites

Pequenos pontos ou crateras na chapa. A corrosão por pite é traiçoeira: a área afetada é pequena, mas ela avança em profundidade e pode chegar a furar a chapa.

5. Soldas, parafusos e emendas atacados

Ligações costumam corroer antes do resto, porque acumulam água e têm a proteção mais fraca. Parafuso com cabeça comida e solda com ferrugem pedem atenção.

6. Água com cor, gosto ou sedimento de ferrugem

Quando a água sai amarelada ou com resíduo, a corrosão já está na face interna, em contato com a água.

7. Umidade, gotejamento e base comprometida

Umidade constante na base, gotejamento e pés ou chumbadores enferrujados indicam vazamento ou água parada — e a base sustenta todo o peso do reservatório cheio.

Por que no litoral é mais rápido

A maresia leva cloretos para a superfície do metal, e o cloreto acelera a corrosão. Em cidades do litoral capixaba e em áreas industriais, o mesmo reservatório se desgasta mais rápido do que no interior. Por isso a inspeção deve ser mais frequente nesses ambientes.

Para castelo d'água metálico, a rotina que o Grupo Almeida recomenda é lavagem a cada 6 meses e manutenção geral a cada 5 anos, com manutenções pontuais no meio do caminho sempre que um desses sinais aparecer.

O que fazer quando aparece um sinal

Não basta pintar por cima. A tinta esconde o sintoma e a corrosão continua. O caminho certo é inspecionar e medir a espessura da chapa com ultrassom: é essa medida que diz se o reservatório precisa só de tratamento e pintura, de reparo localizado ou de reforma maior.

O Grupo Almeida faz o laudo com ensaio de ultrassom e líquido penetrante e a reforma de castelo d'água e reservatórios metálicos, além da reforma de caixa d'água de alvenaria.

Precisa de uma avaliação técnica? Fale com a equipe do Grupo Almeida — atendemos a Grande Vitória e todo o Espírito Santo.

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